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Eletroestimulação

Autor: Juliana Schulze Burti

Eletroestimulação no tratamento da incontinência urinária

Os primeiros relatos sobre o efeito da corrente elétrica sobre os músculos foram feitos por Galvani, em 1786. Quando uma corrente elétrica é aplicada nos tecidos humanos, dependendo dos parâmetros em que ela for aplicada, ela pode promover contração muscular, trofismo, ativar a circulação e diminuir a dor.

Para o tratamento da incontinência urinária a eletroestimulação é muito utilizada, com efeitos positivos. O impulso elétrico pode substituir o impulso nervoso voluntário para desencadear uma contração muscular passiva, ou seja, independente da vontade do paciente. Dependendo dos parâmentros utilizados a contração pode funcionar para o trabalho de fortalecimento, associado a contrações voluntárias do paciente,  (no caso de incontinência urinária de esforço), para a inibição das contrações involuntárias da bexiga (na hiperatividade da bexiga), para melhorar a circulação local e até mesmo para analgesia (nos casos de dor pélvica, por exemplo).

Para o tratamento são utilizados eletrodos vaginais, que são colocados internamente pelo intróito (orifício) vaginal, com gel hidrossolúvel. No caso de impossibilidade da colocação do eletrodo interno, pode ser usado eletrodo de superfície, na região perineal, por exemplo. Abaixo seguem 2 figuras, mostrando o aparelho e o eletrodo vaginal:


 

Geralmente o tratamento dura aproximadamente 12 semanas, com 2 sessões semanais, sendo que cada sessão de eletroestimulação dura 20 a 30 minutos.

Num programa de reabilitação, a eletroestimulação é uma das formas de tratamento, que não deve ser exclusiva. Programas educacionais, medidas comportamentais, exercícios e biofeedback são outras formas de tratamento que podem estar associadas à estimulação elétrica.

O ideal é consultar um fisioterapeuta especializado, que através de uma avaliação cuidadosa poderá decidir quais formas de tratamento serão eficazes no seu caso.

E lembre-se:

PERDER URINA NÃO DEVE SER ENCARADO COMO UM PROBLEMA NORMAL, NEM MESMO NO ENVELHECIMENTO. SE VOCÊ PERDE URINA, PROCURE AJUDA!!!

Breve artigo sobre cones vaginais. Não deixe de acessar regularmente nosso site para conferir...

Juliana Schulze Burti
Fisioterapeuta e educadora física
Especialista em Fisiologia do Exercício
Atua nas áreas de urologia, ginecologia e postura
site: http://www.julianaschulze.com.br
blog: http://juliana-schulze.blogspot.com
Autor: Juliana Schulze Burti
E-mail: juschulze@gmail.com


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